Apesar da aparência de câmera avançada, a Nikon Coolpix L100 não disponibiliza o ajuste manual da exposição
e nem mesmo do fator
ISO, selecionável na maioria das digitais: dirige-se a usuários que preferem
deixar tudo por conta da câmera, mas que abrem mão de levá-la no bolso, como possibilitam as pequenas Nikon série “L” anteriores à L100,
em troca de uma máquina maior, com design anatômico e muito mais recursos. Entre eles, a poderosa lente de
superzoom que
aproxima 15x os assuntos (28-420 mm equiv.), favorável, no lado sem zoom, a composições de amplas paisagens, arquiteturas e de grupos de pessoas
a curta distância.
O
alcance do flash também se destaca e, segundo a Nikon, atinge 11 metros mas com ISO 720 ou superior,
o que eleva a tendência à
granulação da imagem. Cai para 6,5 metros no modo normal,
ainda assim acima da média. A L100 ostenta
LCD de 3 polegadas e permite aos amantes da
macrofotografia capturas
impressionantes a 1 cm do assunto.
Sensor de 10 MP (fotos até 24 x 30 cm, impressão profissional) e
estabilizador para evitar
fotos
tremidas são recursos comuns entre as concorrentes. O índice de
modo contínuo
da Nikon L100 é modesto (1,2 foto por segundo) mas capaz de registrar o ritmo agitado da família.
Econômica,
tira aproximadamente 350 fotos por carga de baterias alcalinas, segundo a Nikon. Não possui
visor ocular,
que poderá fazer falta em algumas situações.